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A IMPORTâNCIA DOS CARBOIDRATOS PARA ATLETAS
30 de março de 2016

WHEY PROTEIN E HIPERTROFIA

Ganhar ou manter a massa muscular contribui para melhorar a qualidade de vida e prolongá-la, de acordo com Haraguchi, Abreu, Paula (2006), eles afirmam ainda que a realização de exercícios com pesos impedem a atrofia muscular. Para manter a quantidade proteica exigida pelo organismo, a nutrição pode estar associada à ingestão de suplementos, principalmente para atletas e pessoas fisicamente ativas. Mas e o Whey Protein ajuda mesmo?

Já está cientificamente provado que a proteína promove o aumento de massa muscular quando usada após estímulo do exercício de força. O consumo de proteína por dia varia de acordo com o tipo de atividade desenvolvida. De acordo com a U.S Food and Nutrition Board, a DDR (dose diária recomendada) de proteína é de 0,8 gramas de proteína por cada quilo de peso corporal para adultos sedentários. Os investigadores também levaram a cabo vários estudos para determinar a quantidade de proteína utilizada e absorvida pelo corpo e chegaram à conclusão que o nosso organismo perde cerca de 0,36 gramas de proteína por cada quilo de peso corporal, através do suor, da urina, das fezes, da descamação da pele e da queda de cabelo. Seguidamente, adicionaram uma margem de segurança que aumentou o valor para 0,75 gramas por quilo: a DDR. Este método de cálculo pretende garantir não só que substituímos a quantidade de proteína perdida pelo corpo, mas também que compensamos uma possível deficiência na qualidade das proteínas consumidas. Assim, os adultos sedentários que sigam estas indicações vão obter a quantidade necessária de aminoácidos para substituir os que perdem diariamente, isto caso não pratiquem exercício físico, nem pretendam ganhar massa muscular.

A atividade física aumenta as necessidades proteicas. O nosso organismo vai primeiro tentar obter as proteínas a partir da alimentação, antes de começar pelas suas reservas. Se o consumo de proteína não for o suficiente, o corpo recorrerá então ao seu próprio tecido muscular como fonte proteica, provocando a degradação muscular e dificultando, assim, o crescimento dos músculos. Por esta razão, estudos mais recentes indicam que a DDR parece não satisfazer adequadamente as necessidades de adultos que praticam exercício físico. Assim, segundo o American College of Sports Medicine (ACSM), o consumo diário de proteína para atletas de resistência oscila entre as 1,2 e as 1,4 gramas por quilo de peso corporal, ao passo que o consumo recomendado para desportistas de força é de aproximadamente 1,2 a 1,7 gramas por quilo de peso corporal. De acordo com as indicações da Sociedade Internacional de Nutrição Desportiva, estes valores podem chegar até 2 gramas, dependendo da intensidade do exercício. E para atingir essa recomendaçāo diária o Whey protein é um dos suplementos mais indicado, pois promove ganho de massa muscular, fornece energia e estimula o sistema imunológico, de acordo com Borges, Silva (2011). O Whey Protein é uma proteína derivada do soro do leite, largamente utilizada por atletas e pessoas que praticam atividades físicas, uma vez que essa proteína tem efeitos sobre a manutenção e reparação dos músculos (BORGES, SILVA, 2011; TERADA et al, 2009, MELO, BORDONAL, 2009).

A ingestão de proteína, para favorecer a recuperação e a síntese protéica muscular, deve acontecer logo depois da realização dos exercícios físicos, estando interligados a ingestão da proteína e o término da realização dos exercícios. As proteínas do soro do leite, consumidas logo após a realização dos exercícios aumenta a concentração plasmática e ativam a síntese protéica, favorecendo o anabolismo muscular, comprovado por estudos que reafirmam o efeito dessas proteínas sobre o ganho da massa muscular. As proteínas do soro do leite aumentam também a concentração de insulina plasmática, que favorece a captação dos aminoácidos para o interior da célula muscular (HARAGUCHI, ABREU, PAULA, 2006). Além disso, os autores afirmam que as proteínas do soro do leite são absorvidas mais rápido que outras proteínas. Assim sendo, os ganhos sobre a massa muscular relacionam-se com a absorção dos aminoácidos pelo intestino de forma rápida e da liberação dos hormônios anabólicos.

As proteínas do soro do leite auxiliam no controle da hipertensão, reduzindo a pressão sistólica e diastólica e a concentração de triglicerídeos e elevam o HDL colesterol. Além disso, favorecem a produção de serotonina, de acordo com Haraguchi, Abreu, Paula (2006).

Haraguchi, Abreu, Paula (2006), Terada et al (2009) e Melo, Bordonal (2009) demonstram também que as proteínas do soro do leite auxiliam o processo de redução da gordura corporal, que é uma das maiores preocupações do mundo moderno. Os autores explicam que esse processo funciona por meio do cálcio presente na proteína do soro do leite, que em altas concentrações, reduzem a lipólise e a deposição de gordura nos tecidos adiposos. Essas proteínas, ao mesmo tempo em que auxiliam a redução da gordura corporal, preservam a massa muscular durante a perda de peso. A ingestão da proteína do soro do leite antes das refeições diminui o apetite, a ingestão energética e favorece a saciedade, segundo Haraguchi, Abreu, Paula (2006). as proteínas do soro do leite apresentam vantagens sobre o leite, já que são isentas de lactose, proibida para pessoas que sofrem de intolerância ou alergia segundo Haraguchi, Abreu, Paula (2006).

Para atletas e pessoas que realizam atividades físicas regulares, o estresse oxidativo contribui para a fadiga muscular e a diminuição do desempenho, segundo Haraguchi, Abreu, Paula (2006). A glutationa presente na proteína do soro do leite reduz os efeitos oxidativos gerados pela realização dos exercícios. Além disso, estimulam a densidade mineral dos ossos e a reabsorção de cálcio (TERADA et al, 2009).

Pereira et al (2009) afirmam que a utilização de suplementos deve ser acompanhada ou orientada por nutricionista, pois seu uso deve garantir a qualidade de vida e evitar possíveis danos à saúde.

Diante disso temos que ter em mente que o crescimento muscular não depende diretamente da quantidade de proteína que consumimos, mas de uma combinação da intensidade do treino, da alimentaçāo e do descanso que irá estimular o crescimento muscular e, com a prescriçāo nutricional determinar o suplemento adequado para atingir o consumo diário de proteína. Esta proteina deve ser de alta qualidade. E quanto a esse fator o WHEY PROTEIN é a referência. Ciente de que não se deve substituir a alimentação, mas sim complementá-la para se atingir o valor proteíco diário recomendado.

REFERÊNCIAS

BORGES, N. R. A.; SILVA, P. P. Avaliação da rotulagem de suplementos protéicos comercializados na cidade de Goiânia-GO. 2011. Nutrição em foco.

FISCHBORN, S. C. A influência do tempo de ingestão da suplementação de whey protein em relação à atividade física. 2009. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. vol. 3, n. 14.

HARAGUCHI, F. K.; ABREU, W. C.; PAULA, H. Proteínas do soro do leite: composição, propriedades nutricionais, aplicações no esporte e benefícios para a saúde humana. 2006. Campinas: Revista de Nutrição.

MELO, F. F.; BORDONAL, V. C. Relação do uso da whey protein isolada e como coadjuvante na atividade física. 2009. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. vol. 3, n. 17.

PEREIRA, C. V. et al. Perfil do uso de whey protein nas academias de Curitiba-PR. 2009. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. vol. 3, n. 17.

TERADA, L. C.; et al. Efeitos metabólicos da suplementação do whey protein em praticantes de exercícios com pesos. 2009. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. vol. 3.n. 16.

Alessandra Piu

ALESSANDRA PIU HOME PRODUCTS THE TEAM EVENTS NEWS NUTRITION SITE BLACK SKULL 09/10 Whey Protein e Hipertrofia WHEY PROTEIN E HIPERTROFIA Ganhar ou manter a massa muscular contribui para melhorar a qualidade de vida e prolongá-la, de acordo com Haraguchi, Abreu, Paula (2006), eles afirmam ainda que a realização de exercícios com pesos impedem a atrofia muscular. Para manter a quantidade proteica exigida pelo organismo, a nutrição pode estar associada à ingestão de suplementos, principalmente para atletas e pessoas fisicamente ativas. Já está cientificamente provado que a proteína promove o aumento de massa muscular quando usada após estímulo do exercício de força. O consumo de proteína por dia varia de acordo com o tipo de atividade desenvolvida. De acordo com a U.S Food and Nutrition Board, a DDR (dose diária recomendada) de proteína é de 0,8 gramas de proteína por cada quilo de peso corporal para adultos sedentários. Os investigadores também levaram a cabo vários estudos para determinar a quantidade de proteína utilizada e absorvida pelo corpo e chegaram à conclusão que o nosso organismo perde cerca de 0,36 gramas de proteína por cada quilo de peso corporal, através do suor, da urina, das fezes, da descamação da pele e da queda de cabelo. Seguidamente, adicionaram uma margem de segurança que aumentou o valor para 0,75 gramas por quilo: a DDR. Este método de cálculo pretende garantir não só que substituímos a quantidade de proteína perdida pelo corpo, mas também que compensamos uma possível deficiência na qualidade das proteínas consumidas. Assim, os adultos sedentários que sigam estas indicações vão obter a quantidade necessária de aminoácidos para substituir os que perdem diariamente, isto caso não pratiquem exercício físico, nem pretendam ganhar massa muscular. A atividade física aumenta as necessidades proteicas. O nosso organismo vai primeiro tentar obter as proteínas a partir da alimentação, antes de começar pelas suas reservas. Se o consumo de proteína não for o suficiente, o corpo recorrerá então ao seu próprio tecido muscular como fonte proteica, provocando a degradação muscular e dificultando, assim, o crescimento dos músculos. Por esta razão, estudos mais recentes indicam que a DDR parece não satisfazer adequadamente as necessidades de adultos que praticam exercício físico. Assim, segundo o American College of Sports Medicine (ACSM), o consumo diário de proteína para atletas de resistência oscila entre as 1,2 e as 1,4 gramas por quilo de peso corporal, ao passo que o consumo recomendado para desportistas de força é de aproximadamente 1,2 a 1,7 gramas por quilo de peso corporal. De acordo com as indicações da Sociedade Internacional de Nutrição Desportiva, estes valores podem chegar até 2 gramas, dependendo da intensidade do exercício. E para atingir essa recomendaçāo diária o Whey protein é um dos suplementos mais indicado, pois promove ganho de massa muscular, fornece energia e estimula o sistema imunológico, de acordo com Borges, Silva (2011). O Whey Protein é uma proteína derivada do soro do leite, largamente utilizada por atletas e pessoas que praticam atividades físicas, uma vez que essa proteína tem efeitos sobre a manutenção e reparação dos músculos (BORGES, SILVA, 2011; TERADA et al, 2009, MELO, BORDONAL, 2009). A ingestão de proteína, para favorecer a recuperação e a síntese protéica muscular, deve acontecer logo depois da realização dos exercícios físicos, estando interligados a ingestão da proteína e o término da realização dos exercícios. As proteínas do soro do leite, consumidas logo após a realização dos exercícios aumenta a concentração plasmática e ativam a síntese protéica, favorecendo o anabolismo muscular, comprovado por estudos que reafirmam o efeito dessas proteínas sobre o ganho da massa muscular. As proteínas do soro do leite aumentam também a concentração de insulina plasmática, que favorece a captação dos aminoácidos para o interior da célula muscular (HARAGUCHI, ABREU, PAULA, 2006). Além disso, os autores afirmam que as proteínas do soro do leite são absorvidas mais rápido que outras proteínas. Assim sendo, os ganhos sobre a massa muscular relacionam-se com a absorção dos aminoácidos pelo intestino de forma rápida e da liberação dos hormônios anabólicos. As proteínas do soro do leite auxiliam no controle da hipertensão, reduzindo a pressão sistólica e diastólica e a concentração de triglicerídeos e elevam o HDL colesterol. Além disso, favorecem a produção de serotonina, de acordo com Haraguchi, Abreu, Paula (2006). Haraguchi, Abreu, Paula (2006), Terada et al (2009) e Melo, Bordonal (2009) demonstram também que as proteínas do soro do leite auxiliam o processo de redução da gordura corporal, que é uma das maiores preocupações do mundo moderno. Os autores explicam que esse processo funciona por meio do cálcio presente na proteína do soro do leite, que em altas concentrações, reduzem a lipólise e a deposição de gordura nos tecidos adiposos. Essas proteínas, ao mesmo tempo em que auxiliam a redução da gordura corporal, preservam a massa muscular durante a perda de peso. A ingestão da proteína do soro do leite antes das refeições diminui o apetite, a ingestão energética e favorece a saciedade, segundo Haraguchi, Abreu, Paula (2006). as proteínas do soro do leite apresentam vantagens sobre o leite, já que são isentas de lactose, proibida para pessoas que sofrem de intolerância ou alergia segundo Haraguchi, Abreu, Paula (2006). Para atletas e pessoas que realizam atividades físicas regulares, o estresse oxidativo contribui para a fadiga muscular e a diminuição do desempenho, segundo Haraguchi, Abreu, Paula (2006). A glutationa presente na proteína do soro do leite reduz os efeitos oxidativos gerados pela realização dos exercícios. Além disso, estimulam a densidade mineral dos ossos e a reabsorção de cálcio (TERADA et al, 2009). Pereira et al (2009) afirmam que a utilização de suplementos deve ser acompanhada ou orientada por nutricionista, pois seu uso deve garantir a qualidade de vida e evitar possíveis danos à saúde. Diante disso temos que ter em mente que o crescimento muscular não depende diretamente da quantidade de proteína que consumimos, mas de uma combinação da intensidade do treino, da alimentaçāo e do descanso que irá estimular o crescimento muscular e, com a prescriçāo nutricional determinar o suplemento adequado para atingir o consumo diário de proteína. Esta proteina deve ser de alta qualidade. E quanto a esse fator o WHEY PROTEIN é a referência. Ciente de que não se deve substituir a alimentação, mas sim complementá-la para se atingir o valor proteíco diário recomendado. REFERÊNCIAS BORGES, N. R. A.; SILVA, P. P. Avaliação da rotulagem de suplementos protéicos comercializados na cidade de Goiânia-GO. 2011. Nutrição em foco. FISCHBORN, S. C. A influência do tempo de ingestão da suplementação de whey protein em relação à atividade física. 2009. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. vol. 3, n. 14. HARAGUCHI, F. K.; ABREU, W. C.; PAULA, H. Proteínas do soro do leite: composição, propriedades nutricionais, aplicações no esporte e benefícios para a saúde humana. 2006. Campinas: Revista de Nutrição. MELO, F. F.; BORDONAL, V. C. Relação do uso da whey protein isolada e como coadjuvante na atividade física. 2009. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. vol. 3, n. 17. PEREIRA, C. V. et al. Perfil do uso de whey protein nas academias de Curitiba-PR. 2009. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. vol. 3, n. 17. TERADA, L. C.; et al. Efeitos metabólicos da suplementação do whey protein em praticantes de exercícios com pesos. 2009. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. vol. 3.n. 16. Alessandra Piu EDUCADORA FÍSICA/ Especialista em EXERCÍCIOS NA CLÍNICA MÉDICA – UNIFESP CREF: 010522 G/RS Atleta Black Sull USA Categoria Body Fitness Master (Figure) Campeā Estreantes 2014 OVERALL Paulista 2014/15 TOP 10 Arnold Ohio/USA CAMPEĀ Brasileira 2015 TOP 4 Sudamericano 2015 TOP 10 Arnold Europe/Madri Instagram: @alessandrapiu_bodyfitness facebook: Alessandra Piu

ALESSANDRA PIU
Educadora Física/Especialista – CREF: 010522-G

EDUCADORA FÍSICA/ Especialista em EXERCÍCIOS NA CLÍNICA MÉDICA – UNIFESP CREF: 010522 G/RS
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